
Guilherme Biteco prega respeito ao Central e "pegada" do Arruda.
Chavão - pra lá de batido - no futebolês, a expressão "futebol é uma caixinha de surpresas" não perde a sua atualidade, mesmo em se tratando de placares elásticos em jogos de mata-matas. No caso do…
Chavão - pra lá de batido - no futebolês, a expressão "futebol é uma caixinha de surpresas" não perde a sua atualidade, mesmo em se tratando de placares elásticos em jogos de mata-matas.
No caso do Santa Cruz, os 4 a 0, no jogo de ida nas Semifinais, diante do Central, não ganha status de comodismo, nem de "já ganhou", como bem falou - em outras palavras - o meia Guilherme Biteco.
"A gente vai para Caruaru respeitando o Central, pois o jogo começa zero a zero. Temos vários exemplos, aí, de times que tiveram vantagem e perderam rapidinho, então, temos que ir lá, e manter o que a gente fez no jogo, aqui, para poder sair com a vitória", resumiu Guilherme Biteco que, numa autocrítica, disse que pode render mais e melhor do que na partida de sábado (18), no Arruda.
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