Precursor
da inclusão
Negros eram barrados nos clubes da capital. O Santa Cruz não apenas mudou isso — reconhece um negro como seu fundador. O clube do povo desde 1914.
Teófilo de Carvalho
Negro, estudante de engenharia, autor do escudo do clube em 1914. Reconhecido pelo Santa Cruz como o fundador — e o primeiro jogador negro do futebol do Norte-Nordeste.
Henágio
Um dos primeiros nomes negros do elenco coral.
O clube do povo
Fundado em 1914 por meninos das classes populares da Boa Vista, o Santa Cruz nasceu popular e assim permaneceu — "O Mais Querido das Multidões". Numa cidade dividida, virou o time da gente comum.
Essa origem se reflete na torcida: uma das maiores e mais apaixonadas do Brasil, que em 2011, mesmo na Série D, levou em média 39.916 pessoas por jogo — a maior média de público de todas as divisões do futebol brasileiro naquele ano.
- Aberto a todos desde1914
- Média de público · 201139.916
- Divisão naquele anoSérie D
- 1º clube de PESem barreiras
Pioneiro da inclusão
Até 1914, negros e mestiços eram proibidos de integrar o elenco do Náutico e dos outros times da capital. O Santa Cruz não apenas mudou isso — reconhece Teófilo de Carvalho, negro, autor do escudo e estudante de engenharia, como seu fundador. Ele foi também o primeiro jogador negro do futebol do Norte-Nordeste.
A união entre negros, mestiços e brancos fez do Santa Cruz o clube mais popular do Nordeste já nos primeiros anos de vida. Foi o primeiro clube pernambucano a abrir as portas a todos.
Um tricolor que representa o povo
Não à toa, as cores carregam esse significado. Segundo o historiador Leonardo Dantas, o preto representa o povo negro, o branco os brancos e o vermelho os povos indígenas — o Santa Cruz como espelho da diversidade pernambucana.
Faça parte da maior do Nordeste
Torça, viva e faça história com o Santa Cruz Futebol Clube.
