Martelotte prioriza repetição como fórmula mais segura em busca do objetivo.
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Martelotte prioriza repetição como fórmula mais segura em busca do objetivo.

por Comunicação / Santa Cruz2 min de leitura

Repetir, repetir, repetir. Este tem sido o principal verbo conjugado pelo técnico Marcelo Martelotte, desde que colocou o Santa Cruz em campo na primeira partida oficial, em 20 de janeiro, contra o…

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Repetir, repetir, repetir. Este tem sido o principal verbo conjugado pelo técnico Marcelo Martelotte, desde que colocou o Santa Cruz em campo na primeira partida oficial, em 20 de janeiro, contra o CBR/AL, pela Copa do Nordeste, no Arruda.

Essa repetição está diretamente atrelada à maneira de atuar da equipe Coral que, nas mãos de Martelotte, migrou de um sistema de marcação individual, para um de marcação por zona (ou setor).

Próximo ao seu vigésimo-segundo jogo, como técnico do Bicampeão PE, Marcelo Martelotte voltou a ratificar a manutenção do padrão de jogos das partidas anteriores e, mais uma vez, antecipou o time que enfrentará o Náutico, domingo 28, pelo segundo jogo das Semifinais do PE 2013, nos Aflitos, ás 16h.

“Hoje é quarta-feira, se não acontecer nada a até o final de semana, eu espero que seja este time porque a gente está trabalhando para que possa utilizar o trabalho que a gente realiza hoje e realizará amanhã, no jogo de domingo; então, dentro dessa coerência, o time de domingo – se depender só de mim, e não dos médicos -, vai ser este que treinou hoje”, adiantou, sem mistérios, Marcelo Martelotte.

Com 1 a 0 no jogo de ida (Arruda), um empate – e até mesmo uma derrota diferente de 1x0 e que seja apenas por um gol de diferença – garantirá a passagem Coral à Final do Pernambucano, mas Martelotte não se ilude quanto às dificuldades que enfrentará nos Aflitos, mesmo tendo vencido os primeiros ‘noventa minutos’ desta Semifinal.

“Essa vantagem seria boa ou confortável, se a gente tivesse a certeza de que faríamos um gol nos Aflitos, mas como ainda não temos esse gol, sabemos das dificuldades que enfrentaremos lá, por isso que ‘confortável’ seria a última palavra que a gente usaria, numa decisão como essa. Fizemos uma vantagem – que é mínima – pode ser considerada até um pouco melhor por não termos tomado gol em casa, mas o fato da gente fazer um gol lá, abrir uma vantagem melhor, não facilita em nada, até porque sabemos da dificuldades que teremos de fazer esse gol”, previu Marcelo Martelotte.

Escute a coletiva completa do técnico Marcelo Martelotte, após o treino desta quarta-feira no Arruda.

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