O Arruda chora: Morre Peninha, a alma do vestiário e símbolo do amor ao Santa Cruz
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O Arruda chora: Morre Peninha, a alma do vestiário e símbolo do amor ao Santa Cruz

por Comunicação / Santa Cruz2 min de leitura2 visualizações

Mais do que um massagista, ele foi um guardião da essência tricolor por décadas. Despedida será na casa que ele tanto amou.

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O Santa Cruz perdeu um pedaço do seu coração. Faleceu aos [inserir idade] anos, Peninha, o histórico, eterno e inesquecível massagista do clube. Se as paredes do Arruda pudessem falar, elas contariam histórias de um homem que não apenas trabalhou no clube, mas que respirou o Santa Cruz em cada segundo de sua vida, tornando-se um verdadeiro patrimônio da nossa imensa torcida.

A última camisa no templo coral A despedida do querido Peninha não poderia ser em outro lugar senão na sua verdadeira casa. O velório será realizado no auditório do Santa Cruz, no Arruda, das 7h30 às 14h. Será a oportunidade de a torcida, que ele tanto orgulhou, cantar uma última canção de agradecimento.

Após as homenagens na sede do clube, o corpo seguirá para o Cemitério de Santo Amaro, onde o sepultamento está marcado para as 16h.

Uma vida pintada de Três Cores Falar de Peninha é falar de lealdade ao Santa Cruz. Pelas suas mãos habilidosas e abençoadas passaram gerações de craques, ídolos e operários da bola. Ele viveu o Santa na pele: vibrou com o tri supercampeonato, chorou nos momentos mais duros e comemorou os acessos históricos como o mais fanático dos torcedores na arquibancada superior.

No vestiário, onde os jogos realmente começam, Peninha era o termômetro. Quando a fase estava difícil, era dele o sorriso que acalmava o elenco. Quando o time vencia, era dele o abraço mais sincero. Ele personificava o lema de que o Santa Cruz é o "Clube do Povo" — humilde, batalhador, gigante pela sua gente e imortal por sua história.

Nas redes sociais, a nação tricolor desabou em homenagens. Jogadores do passado e do presente, dirigentes e, principalmente, o torcedor comum expressaram a dor de perder um dos maiores símbolos da identidade coral.

O Santa Cruz perde um funcionário exemplar, mas o céu ganha um massagista com o coração pintado de preto, branco e encarnado. Descanse em paz, Peninha. O Arruda nunca vai te esquecer.

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