O Santa Cruz vive uma rotina intensa de jogos, praticamente sem tempo para descansar. Então, a preocupação com o detalhe faz toda a diferença. Para as viagens da delegação, a gestão coral tem buscado as melhores condições. A partida contra a Chapecoense é um exemplo. Na ida e na volta, o elenco fez os deslocamentos através de um voo fretado.
O trajeto até Chapecó, que iria durar 16 horas, foi concluído em apenas 6 horas.
“Com a operação da CBF, iríamos sair do Recife com parada em Brasília, seguindo para São Paulo, fazendo conexão para Florianópolis e ainda pegando um ônibus para Chapecó, que são mais de 500km de viagem. Isso iria girar em torno de 16 horas de percurso”, explicou o diretor técnico Hélder Moura.
Um caminho que, só de ler, cansa. Imagina para os atletas, que teriam que passar por isso depois de uma sequência já pesada de jogos. Aí a diretoria do Santa Cruz decidiu agir. “Saímos de Recife para Campinas e, de lá, fretamos uma aeronave com destino a Chapecó. Tudo isso durou cerca de 6 horas. Chegando lá, ainda tivemos tempo para treinar”, destaca Hélder.
Na volta para o Recife, a dose foi repetida. De Chapecó até Campinas, mais um voo fretado e desembarque no Recife. Afinal, na quarta-feira tem Clássico das Multidões e uma ação deste tipo pode ser decisiva.
Copa do Brasil
A viagem para Chapecó não foi a estreia do Santa Cruz em voos fretados. Na segunda fase da Copa do Brasil, a delegação coral seguiu para Vitória da Conquista seguindo esta mesma logística, novamente para evitar o desgaste. O resultado, mais uma vez, ficou provado dentro de campo. Vitória pelo placar de 2×0 e passagem de fase na competição nacional.